Aborto é Afronta a Dignidade Humana e STF Virou Legislador

aborto

Sabe aqueles argumentos abortistas que você já ouviu? Aqueles que dizem que a mulher tem direito sobre o seu próprio corpo, que a mulher rica aborta fora do país e a pobre morre, que os abortos não pararão de ocorrer e outros? Pois é jogue-os na lata de lixo.

Primeiro o feto não é prolongamento do corpo da mulher. Embora ele seja dependente da mulher para a nutrição ele é um ser distinto que não se confunde com a mulher. Segundo qualquer crime no Brasil o rico tende a escapar e o pobre a ser punido e nem por isso legalizamos os demais crimes.

Além disso, a criminalização do aborto, como a criminalização de qualquer outra conduta, não visa erradicar a prática do aborto, mas sim controlá-la. O aborto é uma afronta a dignidade humana, pois até hoje não se comprovou longe de qualquer dúvida razoável que o feto não é uma vida.

Por isso, a recente decisão da turma do STF que considerou legal a prática do aborto até o terceiro mês de gravidez é vergonhosa. A decisão abre precedente para que juízes do Brasil inteiro também considerem legal a prática do aborto mesmo que a prática seja proibida pelo artigo 124 do Código Penal.

Qualquer estudante de Direito de primeiro semestre sabe que a função do STF é julgar e não legislar como eles têm feito. Cabe a nos orarmos pelo nosso país, manifestarmos pacificamente contra essa usurpação de função e conscientizarmos os nossos amigos e familiares de quanto o aborto é errado.

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